Posted 8 June 2014, 2 months ago | 564 notes | reblog this post
(originally o-meu-silencio / via ex-amor-distante)
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(originally itcuddles / via sertanejo)
Posted 8 June 2014, 2 months ago | 43,676 notes | reblog this post
(originally orestoenadamais / via sertanejo)
Posted 7 May 2014, 3 months ago | 50,964 notes | reblog this post
(originally linrenzo / via areszen)
Posted 29 April 2014, 4 months ago | 17,732 notes | reblog this post
(originally vandali-zando / via sertanejo)
Posted 19 April 2014, 4 months ago | 124,970 notes | reblog this post
(originally itslatingirl / via desprotegido)
Posted 19 April 2014, 4 months ago | 748 notes | reblog this post
(originally mantradepaz / via sertanejo)
Mas eu lhe peço desculpas, meu bem. Me perdoe. Mesmo que tudo esteja á beira de acabar, esse é o meu pedido. Pois eu sei o que fiz, o que disse e como sou. No tempo que tivemos, talvez não soubesse aproveitar da forma que deveria. E se tudo acabar, além das saudades, em mim haverá arrependimento por ter deixado meu “eu” atrapalhar, eu quis tanta coisa, e acabei não valorizando você. Como diz aquela canção do Ringo, nada vem fácil. A chuva não cai sem que tenha antes uma transformação. Nada se compra sem antes pagar. Nada é certo se o errado ainda não existe. Eu sei que sou mínima, feito pó. Não consigo segurar nada na minha mão, nem que estiver preso. As lembranças me acompanham na caminhada, mas mesmo indo em frente, me sinto fixa em apenas um lugar. E me parece que esse tal lugar tem nome, apelido e sobrenome. Mas prefiro tratá-lo apenas de meu amor. Desencaixado, deixado de lado, solitário, que faltou atenção. Não foi minha intenção deixar o tempo passar desesperadamente e acabar assim. Eu queria aproveitar, mas eu queria descuidar também. Minha mente nunca foi muito certa, todos sabem. Nem a minha mente, nem a minha alma, e muito menos o meu coração. Me entupi de café e me sufoca de saudades a cada gole foi o que me restou. Nem livros consigo ler direito agora, porque a cada página, a cada nome, a culpa pesa ali em mim, e eu tento escapar fechando tudo. Até caminho um pouco para fugir, mas sempre encontro aquilo que deveria estar procurando. Mas a lembrança se abre como uma flor, no seu momento mais bonito, e eu me deixo sem razão por um instante, apenas para admirar. Esse é meu problema, aprendi com a vida a ser muito racional e não viver de emoção e de entrega. Aprendi que esse sentimento afoito é apenas uma enganação do seu ser com sigo mesmo, é como um disfarce que seu coração faz para te distrair do real. Mas do que adianta toda essa filosofia se quem eu quero já não está mais aqui? Eu deixei escapar pelas minhas mãos o amor, pois vivi um amor de regras e jogos. Depois que você se foi, ando pensativa até demais, mas chego á conclusão que o amor não é jogo e muito menos tem regras. Talvez a única regra seja: viva o amor, porque ele que move o mundo. Deixe a razão viver minha vida e esqueci do meu coração, esqueci de você. Sinto muito se não fui quem eu devia ser contigo. Eu sei que devia te dizer que te amo todos os dias enquanto estava aqui, porque agora a única coisa digo é que eu realmente perdi o meu amor, o meu pequeno amor que me acordou para vida. Saiba que você foi o meu remédio, a visto que sem você não saberia o que é emoção e muito menos amor de verdade. Por isso pequeno, sinto muito se não te amei da forma certa, mas hoje te amo da forma mais pura.
By: Heloisa, Rebeca, Isabele and Marcela written in imperfeita-s
(via singularizar)
Posted 19 April 2014, 4 months ago | 68 notes | reblog this post
(originally imperfeita-s / via singularizar)
Todo dia eu penso: podia sentir menos e menos e menos. Mas não adianta, tudo me atinge, abala, afeta, arrebata, maltrata, alegra, violenta de uma forma absurda e intensa. Nasci pra ser intensa e dramática.
Clarissa Corrêa.  (via nobroke)
Posted 19 April 2014, 4 months ago | 36,231 notes | reblog this post
(originally auroriar / via ex-amor-distante)